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Principais valores e princípios

O compromisso e o respeito aos usuários, colaboradores e parceiros e a promoção dos direitos humanos, princípios e valores de cidadania e profissionalismo, entre eles:
* Ética e Solidariedade: Não é possível ser um Cidadão, na verdadeira acepção da palavra sem ética, portanto, mesmo que queira e possa fazer algo, significa refletir se “deve” e agir pensando no bem-estar geral, sendo tolerante com a diversidade e a visão de terceiros, mesmo quando não vê vantagens pessoais. O individualismo não encontra ressonância no perfil do profissional do futuro.
* Integridade: Para ser íntegro é preciso ser leal aos seus compromissos, responsável e honesto (desde que sendo assertivo) e capaz de assumir sua posição pautado no compromisso assumido, ainda que momentaneamente não lhe pareça vantajoso respeitá-lo.
* Disciplina, Educação e Assertividade: Aprender a respeitar regras, horários, pessoas e ideias alheias e a negociá-las com assertividade são elementos essenciais para formar parcerias, conquistar pessoas, vender ideias e praticar o protagonismo para transformar a realidade, viver e trabalhar em harmonia.
* Entusiasmo: É o espírito de inovação e atualização – uma busca contínua com iniciativa, disposição e prontidão para agir e lutar por seus ideais.
* Autonomia Responsável: É a autorregulação que Perrenoud (1999:96) conceituou como a capacidade do sujeito gerenciar seus próprios projetos, progressos e estratégias frente a tarefas e obstáculos, gerando atualização constante e uma autonomia progressiva e responsável.
* Transparência: É o que nos conduz a confiabilidade e credibilidade - nosso trabalho é aberto, as regras são claras e nosso financeiro declarado.

Objetivo Geral

Desenvolver Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para Adolescentes e jovens em vulnerabilidade e/ou risco pessoal e social, defender e garantir seus direitos prioritários com ações socioassistenciais de desenvolvimento integral à família e à comunidade, na perspectiva da construção de novos conhecimentos, convivência familiar e comunitária e formação humano-profissional para o exercício pleno da cidadania e Socioaprendizagem.

Público Alvo

Podem iniciar no Programa, adolescentes de ambos os sexos, de 14 a 16 anos, prioritariamente, famílias moradoras de bairros de maior vulnerabilidade da cidade e que estejam em vulnerabilidade e/ou risco pessoal e social, beneficiárias de programas de transferência de renda ou aquelas ainda não beneficiadas, mas que atendem aos critérios, com renda per capita de zero a meio salário mínimo ou renda familiar total de até três salários mínimos.

Emenda

Os Programas e Projetos Valorizam o reconhecimento das potencialidades do usuário, informam a eles e à comunidade, seus direitos e deveres e por meio de técnicas Cognitivo- comportamentais discutem a formação da personalidade, o resgate e reconstrução de sua história, a adolescência e assuntos que a permeiam, facilitando a relação intergeracional, familiar e social. Informam, respeitam e estimulam cuidados preventivos de Saúde Física, Mental e de Qualidade de Vida de modo geral, promovendo também, por meio de vivências, a construção do cidadão protagonista e ético, a melhoria da autoestima, resiliência e a construção de ideais exequíveis para o seu desenvolvimento Integral e autonomia responsável.


Paralelamente, contextualizam o Mercado de Trabalho, suas demandas e Legislações pertinentes, estimulando o desenvolvimento de habilidades e competências para Rotinas Administrativas no arco ocupacional Administração, CBO’s: Arquivista; Almoxarife; Auxiliar administrativo; Office-boy/Office-Girl* (*atividades com restrições para menores de 18 anos) e pessoais de forma articulada e progressiva, propiciando o desenvolvimento de um perfil compatível com as exigências do Mundo do Trabalho, o que favorece sua Integração e permanência após a Socioaprendizagem e avanço acadêmico para a superação de suas vulnerabilidades, disponibilizando acompanhamento e apoio ao jovem e a família, mesmo após o término do programa e/ou projetos que participaram, proporcionando proteção social e prevenção primária à violência, às drogas e demais mazelas da sociedade.

Diretoria

Adelino de Almeida Pereira
Diretor Presidente

Alcides Pires de Almeida
Diretor Vice-Presidente

 

Carlos da Cunha Bernardo

Primeiro Diretor Administrativo

 

Arnaldo Teixeira de Souza

Segundo Diretor Administrativo

 

Pompeu da Cruz Esteves Junior
Primeiro Diretor Financeiro

 

Marcone dos Santos

Segundo Diretor Financeiro

Manoel Gomes da Costa

Diretor de Patrimônio

 

Luiz Carlos Ribeiro
Conselho Fiscal

 

Valberto Almeida de Souza

Conselho Fiscal

 

Marco Antonio Davanzo
Conselho Fiscal

 

Mauro Antonio Braga

Conselho Fiscal

 

Antonio José de Castro

Conselho Fiscal

 

Sérgio Seda Escudero

Conselho Fiscal

Nossos Lemas

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Histórico da entidade

1962: Nasce o primeiro “CAMP” – Círculo de Amigos do Menor Patrulheiro, na cidade de São Carlos, fundado pelo Juiz de Menores, Dr. Marino da Costa Terra, atendendo ao desejo de criar, não apenas um serviço de assistência, mas uma doutrina, enquadrada nos princípios que informam a filosofia da educação, tendo por base o amor a Deus e ao próximo, acionado pelo trabalho bem orientado, no sentido de promover o adolescente numa campanha de cunho eminentemente educacional, sem paternalismo.

1963: Expansão por todo o Brasil.

1968: Em 28 de abril chega à cidade de Guarujá, porém, com o nome de “Associação dos Patrulheiros Mirins de Guarujá” (A.P.M.G.) que funcionava numa sala do fórum e era coordenada pelo sargento PM, José Guardia Neto.

Os anos 60/70 foram marcados por um trabalho com alto teor disciplinar e uma educação no trabalho pelo trabalho.

1970: Buscando melhorias de instalações, mudou-se para as dependências do Instituto do Menor Santa Emília.

1972: Passou a usar a denominação “CAMPG” – Círculo de Amigos do Menor Patrulheiro de Guarujá, passando ainda por uma sede na Av. Adhemar de Barros nº 1210.

1983: Mudança para a sede na Av. Adriano Dias dos Santos, nº 700, no bairro Jardim Boa Esperança.

1996: Foi criado o Projeto de Formação Humana visando atender as seguintes necessidades:

  • Os preceitos constitucionais e infra constitucionais, contido no art. 7º e 227 da Constituição Federal e Lei nº8.069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente;
  • Diminuir a distância entre a necessidade de mercado e perfil do adolescente em vulnerabilidade social.
  • Inauguração do “CEIC” – Centro de Estudos de Informática do CAMP Guarujá, com 20 máquinas interligadas em rede.
  • Ampliação de investimentos na formação da equipe técnica, dos conteúdos trabalhados e de recursos didáticos.

A entidade desvinculou-se da Federação Brasileira de Patrulheirismo por discordar de uma grade curricular imposta que não atendia a dois eixos fundamentais:

  • Proporcionar o crescimento humano sustentável dos adolescentes atendidos;
  • Atender às necessidades do Mercado de Trabalho.

1997: CAMP GUARUJÁ: 1ª do Estado, por opção, a assinar com o Ministério Público do Trabalho, 2ª região – SP, termo de ajustamento de conduta após 03 meses em negociação, propiciando aos adolescentes os direitos trabalhistas e previdenciários;

Primeiro registro em carteira realizado em 03 de dezembro de 1997; O CAMP introduz o pagamento dos adolescentes através de conta bancária, facilitando o recebimento e contribuindo para a valorização do adolescente e sua autoestima.

1999: A fundação ABRINQ elege o Projeto como “Modelo Nacional”. Inauguração do Pavilhão “Maria Tereza de Barros Damasceno”: área de 700m² que permitiu a realização de um sonho que começou a surgir, mas que hoje já conta com excelentes obras e contribuições das editoras FTD, Ática e Moderna; além de um jornal diário, graças ao Projeto “Jornal, Escola e Comunidade A TRIBUNA”.

2000: A emergência de contratação de aprendizes em áreas mais diversificadas, devido ao atendimento da Lei nº 10.097/2000, provocou uma reestruturação da entidade e abertura de novos cursos de capacitação para melhor atender a crescente demanda.

2001: O CAMP é Semifinalista no prêmio Itaú-Unicef, concorrendo com outros projetos de todo o país.

2004: Concessão de uma área de 6.322 m² pela Prefeitura, destinada à construção da Unidade II do CAMP GUARUJÁ. Doação de 35 licenças do Windows XP Professional e 35 licenças do Office Pro 2003 pela Microsoft Informática Ltda.

2005: Conquistamos o prêmio “Bem Eficiente” por estar entre as 50 melhores entidades beneficentes e sem fins lucrativos do país.

2006: Mudança da razão social de Círculo de Amigos do Menor Patrulheiro de Guarujá para Centro de Formação Profissional CAMP GUARUJÁ;

Início das obras de construção da Unidade II;

A Elektro, de modo pioneiro, destina, do imposto de renda retido na fonte, R$ 40 mil às obras da Unidade II.

2007: Por iniciativa própria, a equipe funcional do CAMP GUARUJÁ criou a comissão de eventos pró-Construção, organizando diversas atividades.

O Sr. Ronaldo de Souza Forte, diretor titular da FIESP/CIESP, regional Santos, apadrinha a 2ª turma de 2007 e denomina de “Fantástico” o projeto da entidade.

A deputada Estadual Maria Lúcia Prandi, presente na formatura da 2ª turma de 2007, declarou que a “Educação tem jeito – basta acreditar! ”, referindo-se ao projeto da entidade como modelo a ser replicado.

2008: A entidade completou 40 anos de existência e lançou um logotipo comemorativo;

O Deputado Federal, Márcio França, destina emenda parlamentar no valor de R$ 130 mil em prol da construção da Unidade II do CAMP GUARUJÁ.

2000: O CAMP comemorou 41 anos de existência com passeata e o vereador Gilberto Benzi institui o Dia do Menor Aprendiz na cidade de Guarujá, recebendo aprovação unânime da Câmara de vereadores.

CAMP recebe escritura definitiva de doação do terreno da Unidade II.

Para ajuda na construção da Unidade II, o CAMP começou a receber doações de créditos atrás do Notas Fiscais Paulistas.

Após várias sugestões, foi criado o novo uniforme dos aprendizes. Apresentando uma planta que se assemelha a uma pessoa de braços abertos, simbolizando o jovem com os braços abertos para o futuro. A mão amparando a planta, representa o compromisso social do CAMP, em treinar os adolescentes para as empresas e oferecer todo um suporte humano. A eclipse em volta da planta, representa a proteção que o jovem precisa para se desenvolver. A faixa fatiada na palavra Guarujá representa o espírito de evolução que a entidade exercita para desenvolver seu trabalho junto a sociedade e a comunidade.

2014: A Fundação Itaú Social em rigorosa Avaliação Econômica, realizou estudo comparativo entre aprendizes do CAMP GUARUJÁ e outros adolescentes da mesma idade, anos de estudo e nível socioeconômico e ratificou os resultados do Serviço, seu retorno econômico, afirmando que um adolescente tem realmente mais chance de sucesso após ter passado pelo CAMP GUARUJÁ.

2015: Pela segunda vez, após visita e cuidadosa análise do Serviço, a organização foi contemplada pelo “Pró Vida”, com a doação de um veículo, que tem facilitado o deslocamento da equipe no acompanhamento dos beneficiários. A fundação Salvador Arena, que embora lotada em São Bernardo do Campo, já havia reconhecido a importância do Serviço, doando, carteiras, lousas digitais e computadores para o CAMP GUARUJÁ.

2016: “Universidade Corporativa Termomecânica”, também contribuiu para o aprimoramento da equipe, contemplando a entidade com duas vagas para o curso de “Formação em gestão profissional aplicada” o resultado final desse trabalho foi publicado em e-book, pela Fundação, clique aqui para acessar.

 

Fotos da Unidade I

Participação dos Beneficiários, da Comunidade e Parceiros

O CAMP GUARUJÁ tornou-se um reconhecido espaço de referência em articulação de ações com a comunidade e a rede de defesa dos direitos do adolescente e de apoio à família beneficiária e vem ampliando ações de convívio grupal, comunitário e social, favorecendo as relações de afetividade, o fortalecimento de laços e a participação solidária em campanhas sociais do Município.

 

Tendo participação ativa nos Conselhos: CMAS (Conselho Municipal de Assistência Social), CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente , CMJ (Conselho Municipal da Juventude),  CMDM (Conselho Municipal dos Direitos da Mulher),  interação com CME (Conselho Municipal de Educação) e diversas secretarias municipais, Conselho Tutelar, CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) e CREAS (Centro de Referência Especializado da Assistência Social), o CAMP GUARUJÁ promove projetos e ações conjuntas de orientação, acesso a direitos e outras alinhadas aos seus objetivos sociais e aos do CNAS (Conselho Nacional da Assistência Social), como palestras, oficinas, passeios, visitas técnicas e apoio em campanhas, além de parceria para descontos com escolas de idiomas e cursos diversos de capacitação que contribuem para a formação dos adolescentes e favorecem a família e a sociedade.

 

Para garantir a integração com entidades congêneres e representantes do MTPS (Ministério do Trabalho e Previdência Social), estudos, busca de soluções conjuntas e levantamento de dados, o CAMP GUARUJÁ é filiado à FEBRAEDA (Federação Brasileira de Associações Socioeducacionais de Adolescentes), que oferta orientação, assessoria e capacitação e organização membro do FOPAP (Fórum Paulista de Aprendizagem Profissional).

 

A integração ao Mundo do Trabalho se dá por meio de convênio com profissionais liberais, empresas privadas e governamentais, que participam da construção do cidadão e do bom Profissional do futuro, reconhecendo o valor do Serviço e da importância dessa parceria para a quebra do círculo vicioso – Trabalho Infantil/pobreza/falta de qualificação.

Para manter a qualidade do Serviço, frequentemente os parceiros são convidados a avaliar e sugerir ações de melhoria.

Usando um indicativo de 0 a 10 conseguimos mensurar o grau de satisfação com os serviços administrativos e de apoio à Socioaprendizagem prestados pelo CAMP Guarujá à empresa parceira:

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